Café Tête à Tête

Após ouvir várias recomendações sobre este restaurante no Shopping Casa Park, fomos constatar.  Chegamos num sábado, quase às 15 horas, normalmente o fim dos serviços.

Carta de vinho em mãos, bons rótulos, preços acessíveis e várias opções da bebida servida em taças. Pedimos um espumante nacional (Chandon Brut rose) para acompanhar pratos de frutos do mar.
Serviço é o tipo “prato feito”.

Ao ver o cardápio, meus olhos cresceram, pois já havia um bom tempo que eu procurava um “arroz de polvo” (R$42,00) e lá estava ele. Com a vantagem de ser individual, pois nem todos que conheço gostam do molusco. Não perdi a oportunidade. Pedido feito, chegada rápida, reguei com azeite e mãos a obra. Temperado no ponto com vinho, tomates, cebola e especiarias, o risoto é servido sobre folhas de rúcula. Estava delicioso. Cari provou e aprovou. Foi um dos melhores “arroz de polvo” que já comi. A mistura do arroz com a rúcula é inusitada e de sabor sensacional.


Cari pediu uma das sugestões do dia: prato montado de moqueca de camarão acompanhada de arroz, pirão de siri e rodelas de banana da terra (R$54,00). Tirei uma prova e constatei que estava muito boa, aprovada.

Não comemos a sobremesa.

Vi no cardápio opções de carnes, dentre elas, um filet à milanesa acompanhado de purê e arroz. Ficou para a próxima.

Sobre o serviço às 15 horas, foi excelente. 

                                                                       Armando.

Vila Tevere – Asa Sul CLS 115

Não dispense o couvert, pois os pãezinhos da entrada são pedida certa neste restaurante que lembra uma vila da Toscana. Os ambientes são decorados a caráter e com muito bom gosto.

De principal já provei:

- O Spaguetti ai frutti di mare (massa ao molho de tomate com cubinhos de salmão e robalo, lulas e camarões flambados). Achei sem graça.

- O Gnochi al burro & salvia (Nhoque de aipim com manteiga e sálvia servido com picadinho de filé mignon ao vinho). Achei mais gostoso do que a massa feita de batata e a combinação da manteiga e sálvia como molho, aguça o paladar.

- O Polpetone (preparado com filé mignon processado recheado com muçarela e manjericão e servido com molho de tomate. Escolha como acompanhamento gnocchi quatro queijos). O sabor é bom, porém o filé é muito processado, ou melhor, liquidificado, o que deixa o polpetone com uma consistência muito pastosa. Está mais para um “croquetone”.

A carta de vinhos é restrita, mas acompanha bem os pratos servidos na casa.

A mistura dos pães e dos pratos principais tira o ânimo para a sobremesa.

Resta espaço para o café.

Sexta, sábado e no almoço de domingo tem música ao vivo no salão do térreo. Não quer música, peça para ficar no andar superior.

Armando.

Nippon 403 Sul

Nippon 403 Sul - 30 anos de Brasília.

Quinta-feira é dia de ostras frescas no japa mais concorrido de Brasília. Com as ostras (servidas geladas com limão e sal) vêm os peixes.

Os cortes de peixes frescos (sashimis) são perfeitos. Além dos tradicionais salmão e atum, sempre tem um branco diferente: namorado ou robalo ou tainha ou buri ou o meu preferido, anchova negra.

Aprendi a pedir com meu Cardiologista o “carpaccio de camarão”. Os camarões são levemente cozidos e cortados. Abertos recebem um molho que deve ter vinagre, shoyo, azeite, cebolinha. O sabor é de quero mais e mais.

Dentre os sushis, destaco o salmão skin e o sushi de polvo. Fora do padrão japa tradicional peça o sushi Filadélfia que vem com cream cheese e salmão.

Para finalizar, gosto de pedir o sukiaki. O do Nippon é especial. Muita acelga, cenoura, cebola misturadas, em fogareiro que vem à mesa, com tofu, shimeji, macarrão e carne.

Para finalizar recomendo duas das sobremesas que não são japonesas: profiteroles ou banana flambada, ambos acrescidos de sorvete de creme.

Lembrei: quando chegar, antes da ostra, peça shimeji na manteiga com shoyo. Vale experimentar.

Armando.

Grand Cru - QI9 Lago Sul.

Grand Cru: Distribuidora de vinho com mais de 1500 rótulos que recebem comensais, em meio a garrafas e caixas recheadas da bebida de Baco. O ambiente é aconchegante (aroma de carvalho, decorado com lavanda e alecrim) dando a impressão de um grande empório de vinhos.

Fui para um jantar com amigos e começamos pelo couvert que traz pães variados aquecidos com pastas(gostei da sardela) e queijo de cabra. Ótimo custo-benefício.

O cardápio é mutante. É alterado diariamente. Traz cinco ou seis opções de carnes, que satisfazem todos os gostos, cujos acompanhamentos podem ser trocados. Sobre essa permuta carne/acompanhamento, eu, particularmente, não gosto de fazer, prefiro acatar a sugestão do chefe da cozinha. Normalmente não cria conflito de sabores.

Ouvi de um amigo a recomendação para pedir um magret de Canard. Não sei se infelizmente ou felizmente não era o dia do filé do peito do pato, que me disseram que é servido grelhado ao ponto, avermelhado no centro.

O dia era de confit de canard (coxa e sobre coxa do pato confitada, sugerida, no cardápio, para ser acompanhada por risoto de pêssego e alho poro). Pedi, estava soberbo no sabor, textura e cor, porém pecou na temperatura, foi servido quase frio. Pecado à parte vale experimentar.

Meus amigos provaram o filé alto grelhado ao ponto acompanhado de risoto negro. Bem apresentado e muito saboroso. Chegou quente.

Para sobremesa, opções como figo com sorvete, petit gateau, etc. Experimentei salada da frutas vermelhas frescas com vinho do Porto e sorvete de iogurte. Muito bom.

Problema: O vinho.

Solução: O sommelier pergunta quanto se quer gastar e recomenda vários rótulos para harmonizar com o pedido.

Fui sabendo o que ia beber antes de sair de casa. Recomendaram para acompanhar o pato um Cabernet reserva argentino: Pulenta – Estate. Vale quanto pesa no bolso.

Resumo: $$$$$$. Confira se tem dinheiro na conta antes de ir!!!!

Sugestão: podiam aquecer as louças antes da montagem dos pratos e assim conservar por mais tempo a temperatura da comida.

BalcoNY 412 - CLS 412 Sul (parece estar em NY)

O bar foi superbem recomendo por um amigo de meia idade e por uma amiga hiper jovem. Estando na média de idade destes dois informantes, chamei quatro amigos e minha partner para uma nova experiência.
A fachada é meio escondida, uma porta de ferro em meio a uma parede alta de tijolinho aparente com um vizinho um pouco convencional: uma funerária. Mero engano, ao entrar me deparei com ambiente muito legal. Um grande balcão central rodeado por umas 30 cadeiras altas. No centro uns 3 ou 4 bar men, todos vestidos ao bom estilo novaiorquino.
A decoração chama atenção, mas não rouba a cena. O negócio do bar é servir drinks e comida da melhor qualidade. Para beber, cada um fez a sua escolha: um amigo foi de vodka(Ciroc), dois entraram num vinho branco gelado, duas degustaram drinks e eu não resisti. Identifiquei na carta a oferta de ótimos whiskys e pedi um Johnnei Walker Green sem gelo (acho que eu estava animado, mas o puro malte foi ótimo para aguardar a chegada do primeiro petisco que experimentei). O Steak tartar, foi o melhor que já provei em Brasília, suave, temperado no ponto.
A casa estava muito cheia, talvez por isso o serviço funcionou um pouco lento demais, porém não comprometeu a noitada.
Foram 3 horas e meia de intensa degustação. Anéis de lula empanados apresentados sem uma gota de gordura, croquete de pato (receita original holandesa, sensacional), a "carne louca" (lagarto cozido por nove horas com especiarias, que me deixou doido de vontade de comer mais) e um sanduíche recheado com um patê mix de carne, bacon e etc. (a essa altura só consegui comer, sem mais interpretar).
O público freqüentador é mais adulto, menos garotada, o que pode garantir a permanência da casa.
Um músico fica passeando pelo bar acompanhando ótimas escolhas de canções com um saxofone. Relax total.
Vale a pena conhecer.
Armando.

Série comida do Peru III – Hanzo, Peruvian Japanese Cuisine - Lima

Após ampla discussão a respeito de conhecer ou não um restaurante “japa” em Lima, escolhemos, por meio de indicação segura de um maitre e morador local, o Hanzo, localizado em um bairro dentro do nosso circuito gastronômico limenho(Miraflores/San Isidro).

Após passeio pelo Mercado Municipal de Surquilho, chegamos no Bairro San Isidro, às 13:45(hora local), nos sentamos no salão do térreo com vista para os trabalhos do sushiman e logo descobrimos que o dono do restaurante estava na mesa ao lado da nossa, fazendo degustações de novos pratos.

Digamos assim, “O festival começou!”.

Experimentamos os sushis e sashimis variados(salmão fresquíssimo, atum, polvo, vieira e meca) que vieram acompanhados daquele gengibre adocicado, porém, diferente do que estou acostumado. As fatias de gengibre eram finíssimas, sensacionalmente deliciosas.

A seguir, já de olho nos pratos servidos ao dono do estabelecimento de delícias japas, comemos uma porção de carne de pato picadinha e temperada envolta em folhas de alface americana, como se fossem wraps.

Seguimos para o prato quente e veio uma chapa de frutos do mar com patolas de king crab, vieiras, anéis de lula, mariscos(conchas), polvos e lagostins(camarões aqui no Brasil) tudo regado em molho de tomates, cebolas e aji vermelho(uma pimenta peruana muito usada que é forte e saborosa).

Já satisfeitos, recebemos de cortesia seis guiozas grandes somente cozidos(não passados pela chapa) de três sabores: carne suína, caranguejo e vieira. Muito saboroso.

16:00 - Deixamos o restaurante felizes e satisfeitos, após pagarmos uma conta inimaginável para brasilienses ao comerem sushi: R$50,00 por pessoa com as bebidas(refri e cervejas).

Mais uma vez fui surpreendido pela comida feita em Lima.

Armando.

NOSSO ESCOLHIDO: HANZO SAN ISIDRO: AV. CONQUISTADORES 598

Outra filial: HANZO SURCO: AV. PRIMAVERA 1494 | T. +51 1 344-4801


Cantina da Massa 302 Sul

Lugar aconchegante para ir a dois. São poucas mesas, metade em área fechada, metade em área aberta. Sento sempre lá dentro e de entrada vai bem a cesta de pães que serão umedecidos em mistura de azeite, vinagre balsâmico e pimenta rosa ou a porção de polenta frita, que vem cortada em palitos, servida recém saída da frigideira(é só colocar queijo ralado e deleitar-se).
A chef oferce poucas opções de massas, secas ou frescas, que serão misturadas a molhos e trazidas a mesa em pratos individuais. Sugiro o tagliatelli com pesto(que vem com piñoles) ou o papardelli com o molho da casa(tomates, frango e cogumelos) ou o ravióli de moranga que fica bem acompanhado do molho de tomate seco. A casa também oferece pratos prontos. Na minha última visita provei o filé alto com molho de gengibre acompanhado de tagliatelli com molho cremoso com fungui. Estava sensacional, muito saboroso.
A sobremesa pode ser tiramisu, que peço acompanhado de uma xícara de café o qual despejo em cima do creme de mascarpone e fica muito bom.
Armando

Marzuk 106 Sul

Marzuk 106 Sul Há mais ou menos um ano entrei no Marzuk pela primeira vez para encontrar uma amiga de longa data que conhecia os donos deste empório. Surpresa minha, me vi em uma casa síria ou árabe, com ambiente descontraído, repleto daquelas comidinhas que adoro. Voltei lá esta semana, e constatei que o negócio está dando certo. No fundo da loja tem mesas para sentar e conversar num fim de dia, apreciando porções, vendidas por quilo, de pastas de berinjela, grão de bico, ariche ou uma agridoce sensacional de damasco. Todas para comer sobre um delicioso pão sírio que pode ser coberto com gergelim. Experimentei o quibe e está aprovadíssimo, tem massa fina recheada com carne moída temperada no ponto(provavelmente com zattar libanês com gergelim e summac – também vendido naquele empório). Os destaques são as esfirras. A de carne é amanteigada, deliciosa. A de escarola com castanha, deixa qualquer vegetariano comendo de joelhos. O legal é que tudo isso a gente pode levar para casa, devidamente pesado, e montar uma boa mesa para receber os amigos. Vou voltar lá para provar o arroz com lentilha e os delicados charutinhos de folha de parreira que encheram meus olhos. Os donos, sempre por perto, recomendaram que eu levasse porções de pão sírio para congelar e comer a qualquer hora. Pode levar, congelei, degelei e aprovei. Chegue cedo, se quiser sentar para a apreciação. São poucas mesas. Se estiverem cheias, não se abale, leve e coma em casa. Vale a pena! Armando

Restaurante Corrientes 348 na 411 Sul

É possível comer uma boa parrilla em Brasília? Com sabor argentino legítimo?
Sim, cortes de carne com sabor, textura, ponto, maciez e aspecto sensacionais.
Sentado à mesa sou atendido por uma marca registrada do restaurante da 411 Sul: jovens atendentes prestativos, mas com desenvoltura insatisfatória.
A bebida, que pode ser vinho - como manda os argentinos, ou cerveja - o acompanhante predileto de churrasco dos brasileiros, chegará à mesa sempre acompanhado de baguetes levemente assadas no grill, umedecidas com molho chimichurri. Tem dia que quero repetir este petisco várias vezes, mas o pecado da carne vale muito à pena. E passo para próxima fase, quando peço, quase sempre, o vacio (fraldinha para os brasileiros), acompanhada por salada de tomate caqui, batatas fritas ou polenta à provençal e arroz.
Quantos às guarnições vale observar:
1- Batata, arroz ou polenta provençal vem coberto com alho torrado e cebolinha - Vai namorar: ou comem os dois ou não peça. Decerto que são guarnições deliciosas.
2- A salada de tomate vem com alcaporrões e orégano. Peço sempre sem orégano. Os tomates caqui são bem selecionados e maduros como os servidos na Argentina. Regar com azeite, temperar com sal e pimenta do reino moída na hora e aproveitar o sabor, é a regra!
3- O arroz parrilero é uma opção bem legal, vem bem temperado com pedacinhos de lingüiça.
4- Vale à pena experimentar o Papatasso que são batatas ao murro fritas.

Quanto aos cortes de carne, vale ressaltar:
1- Provei quase todos, sem decepção, o ponto do assador é ótimo, carne sempre tenra e saborosa.
2- Pode-se adequar a quantidade à fome. A meia porção de carne oferecida no cardápio com mais duas meias guarnições e os tomates, sacia dois comensais no jantar.

Quanto aos preços:
1 - Certamente é mais salgado que as carnes, como todo restaurante da cidade.

O ambiente é acolhedor, relaxo e quase me sinto em Buenos Aires, saio de lá ouvindo tango!

Armando.

Série comida do Peru II - Lamar Cebicheria Peruana

Lamar Cebicheria Peruana - Miraflores - Chef Gastón Acurio
Chegamos ao restaurante, meio bar descolado, que estava super cheio para um almoço de terça-feira, às 2 horas da tarde e fomos recebidos com uma porção de variados tipos de batatas chips servidas em baldinhos, acompanhadas de molhos(aji amarillo era um deles).
Sentamos, pedimos um cebiche variado(seis amostras de cebiches sempre acompanhados de grãos de milho torrados) e escolhemos pisco sour(Cari) e coca sour(Eu). A seqüência de cebiche começa com o tradicional de linguado, passa por um picante à indígena e acaba com um japonês(praticamente um sashimi com gengibre e shoyo), cada cebiche com um sabor próprio e inusitado .
O prato principal foi o mesmo para nós dois: “la gran cacerola la mar”- lagostins jumbo, mero, caranguejo popeye, verduras, todos acrescidos de macarrão chinês, braseados em manteiga de alho, kión, ají limo e cebola. Mistura deliciosa e leve.
O bar é jovial assim como os garçons, estes super bem preparados, como todos os serviços do Peru.
Nos restou uma caminhada de três quilômetros pelos jardins da orla de Miraflores para adiantar a digestão.
Custo 180 Novos Soles = R$100,00.

Série comida do Peru I - Restaurante Alfresco em Miraflores.

Encorajado por vários amigos que já haviam experimentado a cozinha peruana, fui para Lima fazer uma provas. Pisei em solo limenho ao meio dia, deixei malas no hotel, desci para o lobby, tomei meu primeiro pisco sour e me veio a certeza que aquele sábado era dia de provar cebiche.
No bairro de Miraflores encontrei o primeiro restaurante da viajem: Alfresco.
Era 3 horas quando sentei e fui recebido com mais um pisco de cortesia acompanhado de grãos de milho torrados e salgados para beliscar. O serviço do restaurante é perfeito, o garçom sugeriu o cebiche tradicional(linguado “cozido” com aji amarillo, limão e leite de tigre), que chegou à mesa super fresco, com toque sutil de pimenta e com aroma inigualável.
Quase fiquei no cebiche até a sobremesa, mas a curiosidade era grande e pedi um peixe rez inteiro(aprox. 500g) delicadamente temperado e frito inteiro com cortes transversais na superfície que faz com que fique frito internamente. O peixe veio bem acompanhado por uma batata assada inteira, recheada com sour cream. Uma delícia. Prato leve e saboroso.
Sobremesa foi sorbê de uva que é leve e ultrarefrescante.


O local é arejado, bonito e o preço é acessível para os brasileiros, principalmente para moradores de Brasília onde se praticam preços exorbitantes com serviço muitas vezes insatisfatório.
Estava só começando minha saga gastronômica no Peru.
Moral do almoço: pisco abre o apetite e anima, vá com calma.

Série comida do Peru.

No Peru existe uma sumidade da culinária mundial. O nome do chef é Gastón Acurio(42 anos), um nascido cusquenho que faz de tudo na cozinha. Elogiado por Ferra Adriá e Alex Atala, é tido, hoje, como o melhor chef das Américas e um dos precursores da chamada tecnoemocional. Comanda restaurantes em Buenos Aires, Bogotá, Santiago, Quito, Caracas, Madrid, Cidade do México, Cidade do Panamá, São Paulo, San Francisco e Cusco, mas é em Lima que ele mostra sua versatilidade – uma cebicheria(La Mar), um peruano afrancesado (Astrid e Gastón), um parrilero, um café no Museu Larco(Café Del Museo), um especializado em frango na brasa(La Corralada), um de comida criolla (Barrio), uma batataria(Papas & Salsa), uma Sanduicheria(Pasquale Hnos sangucheria), um italiano, uma padaria, uma universidade de gastronomia e etc. O cara é uma ‘máquina’, tem programa de culinária na televisão e escreve livros, em fim, é bom de cozinha e bom de negócios.
Lima não fica só nos restaurantes do Gastón, todos que experimentei são excelentes. Os preços tem ótima relação custo/qualidade, o serviço de primeira e a comida espetacular.
A fama do Peru de centro gastronômico do mundo não é a toa.
A comida peruana é um mix de indígena, criola, japonesa, francesa, parrilera, com pimentas suaves ou fortes, tubérculos em quantidade que eu não conhecia, pescados, frutos do mar, carnes de porco, frango, vaca, cuys(assado de porquinho da Índia) e a saborosa carne de alpaca, que tem baixo teor de colesterol e é servida como rostbeef fria até mesmo no café da manhã
http://www.thestar.com/news/insight/article/922217--gaston-acurio-the-most-famous-chef-you-ve-never-heard-of
http://perufood.blogspot.com/2006/04/gaston-acurio-inexhaustible-creativity.html

Fratello Uno - Pizzaria

Dudu Camargo sabe fazer pizza!
Na Fratello Uno ele mostra seus recheios gourmet para pizzas de massa fina na forma tradicional redonda ou até mesmo quadrada com quatro sabores diferentes.
Recheio de pizza gourmet à moda nordestina chique tal como o da pizza “Maria Bonita”(molho de tomate, quibebe de abóbora, carne seca, catupiry e gorgonzola) ou à moda mineira como as pizzas “Itamar Franco” que leva abobrinha e parmesão e a “Lança Chamas” que recebe lingüiça picante com cebola e mussarela.
Diversas opções da pizza ‘estilosas’ para se saborear com vinho, que prefiro ao chope da casa que é Kaiser(particularmente não gosto). Uma sensacional, que é intitulada no cardápio de “Maravilhosa” e que só comi depois de ver o Cheff Dudu prepará-la e servi-la no Mais Você da Rede Globo, leva: pomodori pelati, queijo de cabra, figos frescos marinados com vinho do porto, aceto balsâmico, mel e lascas de presunto de Parma.
Dos sabores tradicionais, a “marguerita” que peço sem orégano(elaborada com tomate cereja, parmesão ralado e manjericão) e a calabresa com cebola, são especiais em qualidade dos ingredientes e no sabor.
Lá encontro uma pizza de calabresa sem queijo, própria para intolerantes à lactose.
Recentemente, tiraram do cardápio uma deliciosa porção de calabresa fatiada e assada com cebola no forno à lenha e que vinha servida com focaccia – aquele biscoito feito com a massa da pizza coberto de sal grosso – uma pena, pois era excelente acompanhamento para cerveja.
A pizzaria foi eleita pela Veja Brasília como a melhor da capital.
Mantenha suas pizzas, são sensacionais, mas “Troca o chope, Dudu!!!”
Armando.

Choperia General Küster


Piçarras é um pequeno balneário no litoral norte de Santa Catarina. Contudo, essa pequena cidade abriga uma das melhores choperias que já estive: o “General Küster”. De origem alemã, seu dono está sempre presente, servindo a todos com atenção. O ambiente é delicioso, o serviço perfeito e o chopp – incomparável, servido na tulipa de cristal, como deve ser!
O maior sucesso de vendas é o Hackepeter: filet mignon cru, moído com especiarias (páprica, sal, pimenta do reino, molho de pimenta, molho inglês, conhaque, azeite, alcaparras, cebola e cebolinha picadas) e servido com pães especiais da casa.A primeira vista pode parecer estranho, mas o sabor é sensacional e uma unanimidade entre os fregueses!
Já o freqüento há mais de dez anos e a qualidade continua a mesma. O cardápio já foi atualizado várias vezes, mas sempre peço um prato que já saiu da carta há cinco anos: o “filet fuzil com batatas do general”. O Chef estranha, mas prepara com prazer(dois filés altos, passados ao ponto perfeito servidos com molho de mostarda, cebola e champignon. As batatas são cozidas, depois fritas com cebola e bacon). O sabor é inigualável!!!
O peixe e o camarão também são excelentes: frescos e bem elaborados. Este pequeno oásis pode ser comparado com qualquer bom restaurante de Brasília sem perder em nenhum quesito!
Congratulações ao seu idealizador, Fábio. E ao atencioso Alex que sempre nos proporciona o melhor da casa.
Carine

D. Lenha

D. Lenha - sabores mediterrâneos

Vontade repentina de comer à noite no meio ou no fim da semana. D. Lenha é daqueles restaurantes que não tem erro. A gente não vai para testar se é bom. É garantia de que se comerá bem.
A cadeia de restaurantes mediterrâneos relativamente recente(1997), criada a partir do delicioso restaurante de 1994, Abajour da Ady, tem um cardápio que vem se transformando com os anos. Alguns pratos são servidos desde o início como o filet à parmegiana com queijo derretido no forno à lenha, mesmo forno de onde são tiradas pizzas de massa extremamente finas e saborosas, tais como a "Arabeske"(molho de tomate, queijo mussarela, queijo árabe chanquiche, cebola agridoce, e hortelã fresca - minha preferida) ou a "D. Lenha II"(molho de tomate, queijo mussarela de búfala, alcachofra, tomate cereja e molho de majericão - leve e saborosa).
Pelo o que me lembro foi o D. Lenha que trouxe para Brasília as pizzas de massa ultrafina com recheios inusitados(conceito pizza gourmet) sempre assadas com lenha.
Dentre as massas e risotos, prove o "espaquete alla bolognese" (molho denso de tomate com bacon, carne e calabresa moidos - saboroso e com preço coerente), o risoto "Negro" (arroz preto integral com anis estrelado e salmão) ou o risoto "Scampi"(camarão, queijo Brie e ervilhas frescas - sensacional).
O sucesso fez com que se multiplicassem o número de casas(Terraço Shopping, Asas Sul e Norte, Lago Sul - Deck e Gilberto). Especial é a decoração da unidade CLN 413, segue o estilo mediterrâneo e tem bancos de alvenaria com forma sinuosa decorados com mosaicos que lembram os bancos de Gaudi no Park Guell em Barcelona.
O serviço é perfeito, chopp com temperatura ideal e vinhos climatizados.
Emfim, vou sempre que não quero me preocupar com o que vou comer. É sempre bom.

P.S. Foi sentado em uma mesa do D. Lenha no Terraço que criamos este blog.

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