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Cantina da Massa 302 Sul

Lugar aconchegante para ir a dois. São poucas mesas, metade em área fechada, metade em área aberta. Sento sempre lá dentro e de entrada vai bem a cesta de pães que serão umedecidos em mistura de azeite, vinagre balsâmico e pimenta rosa ou a porção de polenta frita, que vem cortada em palitos, servida recém saída da frigideira(é só colocar queijo ralado e deleitar-se).
A chef oferce poucas opções de massas, secas ou frescas, que serão misturadas a molhos e trazidas a mesa em pratos individuais. Sugiro o tagliatelli com pesto(que vem com piñoles) ou o papardelli com o molho da casa(tomates, frango e cogumelos) ou o ravióli de moranga que fica bem acompanhado do molho de tomate seco. A casa também oferece pratos prontos. Na minha última visita provei o filé alto com molho de gengibre acompanhado de tagliatelli com molho cremoso com fungui. Estava sensacional, muito saboroso.
A sobremesa pode ser tiramisu, que peço acompanhado de uma xícara de café o qual despejo em cima do creme de mascarpone e fica muito bom.
Armando

Faisão Dourado - CLS 314


Pé sujo familiar.
Foi ao Faisão Dourado, o único bar/boteco/‘pésujo’ que consegui levar minha mãe e minha esposa. Após convencê-las que o bar era “honesto”, num início de tarde de sábado quente, sentamos em uma das mesas espalhadas embaixo das árvores da quadra 314 sul. O cardápio, trazido pelo garçom sempre apressado, é objetivo. Não tenha duvida: bife de filet mignon é a escolha (um pedaço de filé ao ponto do ‘chapeiro’ coberto com cebola e alho, acompanhado de maionese, vinagrete, arroz branco, batatas fritas, farofa de ovos amanteigada e feijão tropeiro). A carne é fresca e bem selecionada com sabor de ‘roast beef’ dos bares do Rio de Janeiro.
O preço é justo, o sabor é muito bom, o atendimento é cordial e a cerveja é do tipo estupidamente gelada servida em copo americano.
Abstraia o local, vale a pena e já foi, merecidamente premiado, como melhor filé de boteco pela revista Veja Brasília.
Armando.

Restaurante Gazebo - Na orla do Lago Sul, perto da Ponte JK


Meus amigos pediram, ao reservar , uma mesa para seis comensais que fosse em um bom local do restaurante.
O lugar é especial, o prédio e a decoração, predominada por madeira e tijolos aparentes, trazem aconchego e a vista do lago, ornado pela Ponte JK, é um cartão postal.

No couvert veio uma cesta de pães aquecidos(‘comi o pão com tapenade de azeitonas pretas que vale a pena cada mordida’) acompanhando um vinagrete de tomate e alho.
Os pratos são individuais e pedimos:
Bob Pai – Lula recheada com uma mistura de frango, lingüiça e carne da própria lula, acompanhada de um risoto cremoso com tomatinhos. Este prato que era a sugestão do dia (não está no cardápio) foi provado e aprovado, com a ressalva de eu ter achado que o arroz arbório do risoto deveria estar um pouco mais cozido
Carine – Camarões ao curry com maçã verde, levemente picante, mais couscous marroquino acrescido de frutas secas. O camarão estava no ponto certo, o molho curry gostoso, mas o couscous marroquino estava sem graça.
Lu – Confit de pato com batatas sauté à provelçal . Este sim foi elogiado da primeira à última mordida. Coxa e sobrecoxa de pato confitado servido com uma porção generosa de batatas temperadas com alho.
Eu - Filé “Shimon Peres” – Filé mignon alto com escalope de fois gras, servido sobre batata rosti, tudo regado com azeite de trufas
O inesperado foi a cara de todos quando chegou meu filé. Os três ficaram com pena de mim. A batata rosti molhada pelo azeite de trufas, cujo sabor era sensacional, estava literalmente “enrostida” embaixo do medalhão de filé de aproximadamente 10 cm de diâmetro e 4 cm de altura. Os dois(filé e batata)praticamente perdidos no centro do prato. Foi o prato mais à francesa da mesa. Estava delicioso, mas devo ter ficado com cara de ‘quero mais’.
Tarefa difícil, mas bem executada, foi a do sommelier: escolher o vinho para acompanhar pratos tão diversos. A sugestão do Bob Pai era um tinto leve. Pois bem, tomamos um vinho libanês já conhecido da mesa (em homenagem ao aniversário e origem da Lu).
Tomamos: Chateaux Kefraya ( Lês Breteches ).
Comensal Intolerante e Quiela chegaram na hora da sobremesa. Pediram porção de queijos com compota de damasco, que não provei, mas percebi que eles gostaram.
A sobremesa foi outra surpresa. Carine e Quiela pediram morangos flambados no vinho do porto servidos ao redor de uma bola de sorvete de pistache. Muito, muito bom, ótima combinação de sabores.
O serviço ficou a desejar. Apesar de ter uma boa quantidade de garçons, estes praticamente esqueceram de tirar os pratos já vazios, deixando-os na mesa por um tempo imperdoável. Pode melhorar.
Vou voltar no restaurante praticamente por conta da sobremesa.
Recomendo. Comida boa e local agradável.
Armando Celso.

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